“Olá. Meu nome é Jimmy Jesus Armstrong, alguns amigos me chama de J.J., mas odeio esse apelido. Estou no meu quarto ouvindo algumas musicas e tocando meu violão. Sou só mais um no meu de tantos, tentando entender minha vida. Eu não quero ser só mais um desses idiotas americanos. Acho ridículo o jeito como as pessoas vivem suas vidas sem dar valor às coisas, digo, aos sentimentos, aos outros, ligam apenas para seus pertences materiais. Eu tento escrever isso em uma letra para uma musica, mas é muito difícil, então simplesmente escrevo nesse papel para tentar compor algo... Isso são apenas meus pensamentos, não é um pedido de ajuda...”
J.J. é um garoto simples, com um físico mediano, bonito, normalmente usava roupas escuras e All Star, com um cabelo preto estilo emo e olhos verdes que chamam atenção das garotas. Já teve algumas namoradas, mas nunca deu certo, ele sempre as achava superficiais, ou elas o achavam chato de mais.
Era só mais um dia como qualquer outra, J.J. estava tocando violão em seu quarto. Sua mãe entra, sem bater na porta, ele já tinha dito que odiava isso e gostava de privacidade, mas ela nunca o escutava. Ela mandou ele parar de tocar o violão e ir dormir, já era tarde. Ele largou o violão, tomou um banho e foi deitar. No dia seguinte, ele acorda com o despertador do celular, mas era um sábado e ele não tinha aula, isso o irrita, ele joga seu celular longe e volta a dormir.
Acorda novamente perto das duas horas da tarde, sua mãe e Brad, seu padrasto, tinham saído. J.J. sai para comprar algo para o almoço, no caminho até um mercadinho próximo uma gang de três jovens punks começam a segui-lo. Ele nunca foi de brigar, mas sabia se defender, e sempre andava com um canivete de seu pai no bolso. A gang tenta pará-lo e ele reage com o canivete, acertando um de raspão no braço e fazendo os outros se afastarem. Ele odiava esses punks.
- O que vocês querem de mim? Eu não tenho nada que vá interessá-los. – J.J. pergunta com um tom grava de voz, quase gritando.
- Não queremos seu dinheiro. Não se lembra de mim, J.J.?
- Quem é você e como sabe meu apelido? – Ele se reconhece o rosto da pessoa, mas não se lembra exatamente quem é.
Os outros dois garotos se afastam, enquanto J.J. e esse outro misterioso “punk” se olhavam fixamente.
- Nos éramos muito amigos nos primeiros anos do colégio, mas ai você trocou de colégio e nos nunca mais nos falamos. Sempre achei que eu fosse virar o cara certinho e você o revoltado, mas acho que acabou sendo o contrario...
- Nossa, tenho uma vaga lembrança de você. Mas não sou um cara certinho...
- Hum... Podemos conversar?
O dois vão para uma lanchonete, conversam, bebem e comem alguma coisa.
Teste desse post "home"
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Essas mães, nunca respeitam as privacidades dos filhos XDD
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